O termo Ilusão de óptica ou Ilusão de ótica aplica-se a todas ilusões que “enganam” o sistema visual humano fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo errôneo. Algumas são de carácter fisiológico, outras de carácter cognitivo.
As ilusões de óptica podem surgir naturalmente ou serem criadas por astúcias visuais específicas que demonstram certas hipóteses sobre o funcionamento do sistema visual humano. Os resultados da investigação mais recente indicam que as ilusões emergem simplesmente da assinatura do modo estatístico e empírico como todos os dados perceptivos visuais são gerados.
Os circuitos neuronais do nosso sistema visual evoluem, por aprendizagem neuronal, para um sistema que faz interpretações muito eficientes das cenas 3D usuais, com base na emergência no nosso cérebro de modelos simplificados que tornam muito rápida e eficiente essa interpretação mas causam muitas ilusões ópticas em situações fora do comum. Como uma imagem em diferentes diâmetros.
A POSSÍVEL EXPLICAÇÃO!
A nossa percepção do mundo é em grande parte auto-produzida. Os estímulos visuais não são estáveis: por exemplo, os comprimentos de onda da luz refletida pelas superfícies mudam com as alterações na iluminação. Contudo o cérebro atribui-lhes uma cor constante.
Uma mão a gesticular produz uma imagem sempre diferente e, no entanto, o cérebro classifica-a consistentemente como uma mão. O tamanho da imagem de um objecto na retina varia com a sua distância mas o cérebro consegue perceber qual é o seu «verdadeiro» tamanho. A tarefa do cérebro é extrair as características constantes e invariantes dos objetos a partir da enorme inundação de informação sempre mutável que recebe. O cérebro pode também deduzir a distância relativa entre dois objetos quando há sobreposição, interposição ou oclusão. E pode deduzir a forma de um objecto a partir das sombras. O que implica uma aprendizagem da perspectiva linear. No entanto, existem vários tipos de ilusões de distância e profundidade que surgem quando esses mecanismos de dedução inconsciente resultam em deduções errônea.
A imagem da retina é a fonte principal de dados que dirige a visão mas o que nós vemos é uma representação “virtual” 3D da cena em frente a nós. Não vemos uma imagem física do mundo, vemos objetos. E o mundo físico em si não está separado em objetos. Vemos o mundo de acordo com a maneira como o nosso cérebro o organiza. O processo de ver é um de completar o que está em frente a nós com aquilo que o nosso cérebro julga estar a ver. O que vemos não é a imagem na nossa retina - é uma imagem tridimensional criada no cérebro, com base na informação sobre as características que encontramos mas também com base nas nossas «opiniões» sobre o que estamos a ver.
O que vemos é sempre, em certa medida, uma ilusão. A nossa imagem mental do mundo só vagamente tem por base a realidade. Porque a visão é um processo em que a informação que vem dos nossos olhos converge com a que vem das nossas memórias. Os nomes, as cores, as formas usuais e a outra informação sobre as coisas que nós vemos surgem instantaneamente nos nossos circuitos neuronais e influenciam a representação da cena. As propriedades percebidas dos objetos, tais como o brilho, tamanho angular, e cor, são “determinadas” inconscientemente e não são propriedades físicas reais. As ilusões surgem quando os “julgamentos” implícitos na análise inconsciente da cena entram em conflito com a análise consciente e raciocinada sobre ela.
A interpretação do que vemos no mundo exterior é uma tarefa muito complexa. Já se descobriram mais de 30 áreas diferentes no cérebro usadas para o processamento da visão. Umas parecem corresponder ao movimento, outras à cor, outras à profundidade (distância) e mesmo à direção de um contorno. E o nosso sistema visual e o nosso cérebro tornam as coisas mais simples do que aquilo que elas são na realidade. E é essa simplificação, que nos permite uma apreensão mais rápida (ainda que imperfeita) da realidade exterior, que dá origem às ilusões de óptica.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilus%C3%A3o_de_%C3%B3ptica
Por: Lisandra Catarina Carneiro
Não deixe de ver este video , aprenda como turbinar seu cérebro , afinal , você precisa muito dele funcionando!
Por: Suzan Raquel

A lenda :
Diz a lenda que um navio real que zarpou de Amsterdã em 1680 e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança, vindo a naufragar. Como o capitão insistira em dobrar o cabo, foi condenado a vagar para sempre pelos mares, atraindo outros navios e, por fim, causando sua destruição. Vários relatos sobre o tal navio foram considerados miragens, embora haja uma grande variedade de detalhes descritos pelas testemunhas.
A física :
É POSÍVEL UM MARINHEIRO, DEVIDO A REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA (ESPELHISMO) ,VISUALIZAR OBJETOS ALÉM DA LINHA DO HORIZONTE , COMO OUTRO NAVIO OU CALOTAS POLARES .
Esse fenômeno é mais freqüente nas regiões polares,onde o ar próximo á superfície é muito frio e a possibilidade de haver camadas superiores mais quentes é maior.

Fontes : lendaspiratas.com e livro As faces da física.
Por : Suzan Raquel

A absorção da luz consiste na diminuição da energia de uma radiação, neste caso a luz, na sua passagem através da matéria, isto é, uma acumulação na matéria de parte da energia proveniente de radiações luminosas.
A luz incidente no objeto não se reflete e nem se refrata. A luz, que é uma forma de energia radiante, é absorvida em pelo objeto , aquecendo-a. Ocorre, por exemplo, nos corpos de superfície preta ( corpos negros ).
É por isso que paredes pretas esquentam o ambiente em que ela foi colocada.

Fontes : www.infopédia e www.sóbiologia.com
Por: Suzan Raquel

As lentes polarizadas é uma nova tecnologia usada para lentes óculos de sol.
Essa semana ao procurar um óculos de sol, a vendedora me apresentou a novidade , fiquei impressionada, e quando ao estudar óptica me deparei com esse termo, polarização, percebi a explicação física para essa lente ter estas distinções.
Esta lente organiza os raios luminosos retirando os reflexos de superfícies como vidros, água, etc…
A intenção é aumentar o conforto do usuário.

É no nosso dia a física se mostra ainda mais importante para a explicação de muitas coisas intrigantes.
Fonte:www.yahoo.com
Produção : Suzan Raquel
É um fenômeno exclusivo das ondas transversais.


Polarização de ondas é o fenômeno no qual uma onda transversal, vibrando em várias direções, tem uma de suas direções de vibração selecionada, enquanto as vibrações nas demais direções são impedidas de passar por um dispositivo, denominado polarizador.

A foto acima é um exemplo de uma luz que não foi polarizada.
As ondas luminosas podem ser polarizadas , pois são ondas transversais.
Fontes: brasilescola.com e colegioweb.com
Por : Suzan Raquel
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Podemos observar o fenômeno de interferência na imagem acima .
Parte da luz incidente nelas sofre reflexão já na superfície de separacão entre elas e o meio externo, enquanto outra parte sofre múltiplas refleões totais dentro da película que separa a parte interna da externa das bolhas até emergir delas.
Em virtude disso, surgem regiões escuras que são as zonas de interferência destrutiva e as regiões claras que correspondem às zonas de interferência construtiva.
Fonte : WWW.brasilescola.com
Por: Suzan Raquel
As lentes esféricas são classificadas em função do tipo de curvatura de suas faces :
*estas são as lentes de bordos finos:

bordos grossos :

Existe uma relação entre o tipo de lente , os índices de refração do material que a constitui e do meio que ela está imersa.
Consideremos que as lentes são de vidro e estão imersas no ar, as de bordos finos se comportam como convergentes e as de bordos grossos com divergentes.
Isso é porque o índice de refração absoluto da lente (vidro) é maior do que o índice de refração absoluto do ar, se o meio que a lente for imersa tiver o índice de refração é maior que a do vidro, as informações se invertem proporcionalmente.
fontes :http://pt.scribd.com/, portalpositivo.com, livro as faces da física.


Um sistema óptico é estigmático (foto 1) quando para cada ponto objeto ela conjuga um únio ponto imagem.Quando isso não acontece, o sistema é astigmático (foto 2) e a imagem de um ponto não é exatamente um ponto mas uma mancha.
Dentro de determinadas condições, os espelhos esféricos fornecem imagens cuja falta de nitidez não é tão percebida pelo olho humano, isto é, os espelhos esféricos nessas condições são quase estigmáticos.As condições de nitidez, denominadas condições de nitidez de Gauss , são:
* Os raio luminosos que atingem o espelho devem ser paralelos ou pouco inclinados em relação ao eixo principal;
* O espelho deve ter pequeno ângulo de abertura (< 10º)
Fontes : www.brasilescola.com e livro as faces da física.
Por: Suzan Raquel